segunda-feira, 26 de agosto de 2013

universo em xeque mate

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Se pudesse olhar de fora do universo
Decifrando jogos que se desenrolam,
Veria um enorme tabuleiro desperto
Pois de perto as peças se embolam.

Como colcha de retalhos ou um terço
Uma mesa de bilhar, ondas que rolam
Como letra que se unem para um verso
Fragmentos de uma louça que se colam.

Aqui de baixo fica tudo tão disperso
Caminhos se cruzam, mas não esbarram
Falta o toque,falta à sorte do encarte.

Se eu pudesse ver de fora este berço
Onde acontecimentos se entrelaçam
Percorreria a via do xeque mate

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Brian Cox

Sigo e admiro esse grande astro. Fisico de partículas que se expressa maravilhosamente.Vibro com suas elucidações.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Crhistopher Hitchens

' Deus não é grande" Um livro fantástico e sério sobre a aberrações implantadas pela religião nas mentes medíocres dos homens.
Hitchens um escritor para o futuro, assinou sua memória na biblioteca da verdade.Doa a quem doer...

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Os absurdistas




Derivado do absurdo
Aquele que pensa ou age
Com disparate.

Talvez seja cego e surdo
O ego de quem interage
Sem que aja embate.

O que fazer do escudo
Que o homem rebate?
Então vejamos por que...

O universo foi criado
Para me satisfazer...
Se Deus quiser
Tudo será e irá ser...
Terei tudo que merecer!

Os absurdistas
Ultrapassam os absurdos
Para justificar
O que não pode ver!

Mas o cosmo
Não tá nem aí pra você.
Porque a vida
É uma casualidade sem causa
E o universo continua a ser
O ultimo, a saber, de você!

Não importa
Se você não concorda.
A natureza viva
Tem os mesmos átomos
Da natureza morta.

E se sonhar que viver
Acalenta todo perecer
Salvem o planeta do se,
Parem de parir!


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Astronautas, socorro!


Astronautas, socorro!

Lá vem a onda!
A trupe segue como boiada
Nos encalços do boiadeiro.
- Quem é ele?
- Quem?

Um torpe se tromba
Ante a fúria desvairada
De percalços e atropelos.
Sem saber por quê!
-Por que,
-Por quê?

Nas filas dos hospitais,
Nas pistas dos automóveis,
Em voos continentais,
Usando seus passaportes;
O vai,
O vem,
O vaivém
Dos desorientados.

Sem caminho pra chegar
O fim é a partida,
Nunca param de girar
Num circuito sem saída;
Da vida,
Na vida,
Vida!

Se houvesse uma faxina
Em ritmo de mutirão,
E limpasse essa latrina
Dos detritos da multidão?
Então,
O planeta que fascina
Nessa vasta imensidão
Descansava a quietude
Na amplidão...

Trombetas estridentes.
Nova Era, novas pautas.
Se eram os deuses astronautas
Eles virão novamente.
Socorro!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

O Corpo de Deus

Deus é feito da brana
Cujo efeito emana
Do tilintar dessas cordas.

É melodia e chama
Na formação do nirvana
No despertar dessas dobras.

Um peregrino um andarilho
Raios de gama de brilho
Que engloba todos os astros.

Um vagão sem rumo nos trilhos
A matéria negra sem ladrilhos
Que esnoba corações castros.

Enquanto faíscam as bramas
Explodem milhões de universos
O corpo de Deus são os versos
Das retumbantes orações

Eclodem sensações humanas
Flutua no ar o cheiro dos dramas
Perdidas de comoções.

Só quando em dimensões
Nosso olhar se estender,
Sanam-se os corações
Dos que tentarem entender.